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Por que você precisa saber o que é o fenômeno de Embedded Finance?

NEWS E INSIGHTS
7 de ago. de 2024
10 minutos de leitura

Embedded Finance virou buzzword que todos usam mas poucos compreendem. US$ 248 bilhões projetados para 2032, wallets digitais em todo lugar, fintechzação acelerada. Mas entre oferecer um cartão de crédito próprio e realmente transformar seu modelo de negócio através de finanças embarcadas, existe um abismo que a maioria das empresas ainda não percebeu. Você sabe a diferença?Retry

Finanças embarcadas (ou embutidas) é a tradução mais utilizada para a expressão Embedded Finance, que tem surgido cada vez mais em fóruns de inovação no mercado de fintechs.

Mas o que isso quer dizer?

Em um resumo bastante simplista, é a capacidade de distribuir soluções financeiras em empresas de qualquer segmento. E essa tendência conversa muito com a fintechzação, assunto sobre o qual a gente já fala bastante aqui. Clique aqui para conferir o último artigo sobre.

O Embedded Finance é um conceito ainda mais amplo do que o de fintechzação. Vai além da transformação do mercado das varejistas, por exemplo. Vai além de empresas que querem oferecer soluções de pagamento aos seus consumidores finais.

Embedded Finance fala diretamente sobre a fusão da fronteira entre provedores tradicionais de serviços financeiros, como bancos e outras instituições financeiras e os 'novos' provedores - que estão surgindo em abundância.

Quais serviços financeiros são oferecidos a partir do Embedded Finance?

São parte do movimento serviços bastante conhecidos, como as wallets ou carteiras digitais, contas digitais, oferta de crédito e cashback. Mas, também, aos mais desconhecidos para quem não trabalha diretamente no ramo: conciliação, split pós-transacional, antecipação de recebíveis, entre outros.

Além do óbvio, que é se tornar uma solução mais completa tanto para os clientes finais, quanto para os times corporativos internos, a possibilidade de agregar todos estes serviços financeiros dentro do universo da empresa gera um grande impacto positivo na agilidade dos setores de contabilidade.

Empresas que fazem conciliação, por exemplo, seja offline ou online, acabam gerando um alto volume de dados que, mensalmente, precisam ser conferidos para que não se percam valores. Com ferramentas e plataformas de embedded finance, entretanto, todos estes dados podem ser conferidos automaticamente em minutos.

Também é possível sanar dificuldades de identificação de oportunidades de negócio com Embedded Finance, através da incorporação de soluções financeiras em produtos e serviços já existentes. Uma vez identificadas estas oportunidades, a execução da estratégia do negócio pode, também, ser facilitada com soluções tecnológicas de Embedded Finance, ultrapassando barreiras regulatórias e alto custo de desenvolvimento interno. Por fim, também possibilita a escalabilidade do negócio através de soluções automatizadas.

Quais negócios podem aproveitar o Embedded Finance para crescer?

Negócios de diversos setores, desde que com visão ambiciosa de futuro e metas audaciosas. Onde há necessidade de melhorar a experiência de consumo, tanto para quem compra quanto para quem vende. Onde existe a oportunidade de ofertar novos produtos ou alcançar patamares superiores de crescimento.

As tecnologias de embedded finance são a solução para onde existe a visão de ir além do que o próprio setor já oferece.

“O Embedded Finance abraça todos os segmentos. Estamos falando de um mercado que possui valor projetado, para 2032, de US$248 bilhões. O investimento em ferramentas e em um time qualificado é algo cada vez mais básico para uma execução de sucesso dentro das empresas”, aponta Sergio Zanella Irigoyen, CEO da Slice.

Qual o impacto do Embedded Finance?

Com essa conexão de serviços variados, você já pode imaginar o resultado para o mercado: experiências de consumo facilitadas e completas. É nisso que apostam empresas que buscam expandir através dos limites do próprio setor e ampliar sua atuação.

E se, para o consumidor, o impacto é voltado às facilidades de consumo. Para empresas, o resultado está nos números.

A cada serviço incluído na gama de opções do negócio, surge a oportunidade de uma nova fonte de receita. Ou seja, esse é o tipo de inovação que rapidamente passa a gerar resultados para seus gestores e acionistas. Com a consolidação de novas fontes de receita que abarcam um espectro maior da experiência de consumo, essas empresas também tendem a crescer em valor, se tornando ainda mais relevantes em meio ao mercado.

Qual o próximo passo do Embedded Finance?

Alguns especialistas apontam este fenômeno como o início de uma revolução de soluções financeiras. Muito porque não é apenas ofertar serviços, mas identificar oportunidades de ampliar negócios. O próximo passo será possível com ferramentas capazes de ajustar-se aos movimentos promovidos pelos times de negócio, sem perder a eficiência operacional

Ou seja, a próxima etapa é não apenas construir uma experiência excelente da porta para fora, aos clientes. Mas, também, da porta para dentro, por meio de sistemas de fluxo inteligente, que é o que, de fato, vai gerar alta escalabilidade de negócio.

“Cada vez mais, as empresas estarão se empoderando, possuindo modelos de negócio mais completos e oferecendo em seu portfólio serviços e soluções para seus clientes que antes eram exclusivos de instituições financeiras”, aponta Alexandre Thorpe, Relações Institucionais e investidor da Slice.

Você consegue acreditar que, até pouco tempo, quem quisesse fazer esse tipo de movimento precisava contar com uma estrutura interna de inúmeras planilhas de acompanhamento e times voltados somente a conferência de dados? Com novas tecnologias desenhadas especialmente para solucionar problemas complexos, empresas em expansão já podem ter seu próprio Sistema Operacional do Dinheiro.

Sistema Operacional do Dinheiro: a consolidação do Embedded Finance

Acelerar seu crescimento por meio de investimento em infraestrutura que gera valor a todo o ecossistema da empresa, não só é uma grande oportunidade de mercado, como um plano factível que se materializa por meio de um Sistema Operacional do Dinheiro (SOD). Se sua empresa nunca pensou no seu, é porque você deve ter uma grande oportunidade na mesa neste exato momento..

“Embarcar serviços financeiros significa que um novo fluxo de dinheiro passará a permear o negócio, tornando a sua gestão complexa. A adoção de um Sistema Operacional do Dinheiro passa a ser fundamental para que a empresa possa conectar os diferentes softwares utilizados e as suas respectivas áreas, automatizando todos os processos que antes eram controlados manualmente por meio de planilhas”, explica Arthur Silveira, CPO da Slice.

O Sistema Operacional do Dinheiro tem sido o principal foco da Slice - Sharp Money Flow desde sua fundação. Construída com uma tecnologia proprietária de Ledger baseado em conceito pós-transacional orientado a eventos, ou Sharp Money Flow, a Slice é capaz de conectar e orquestrar todas as plataformas e softwares utilizados pela empresa, organizando todo o seu fluxo financeiro sem tocar no processamento das transações.

A questão que fica é: faz sentido para seu negócio aderir ao movimento e atingir novos patamares de atuação e eficiência operacional?

Se você quiser continuar esta conversa, conte com a gente.

AUTOR

Marketing Slice

Slice: AI-powered ledger for enterprise. Private Ledger Technology que transforma dados financeiros fragmentados em precisão absoluta. MoneyOS para controle total em tempo real.

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